Minha Definição de Amizade e Meus Amigos!

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Minha Definição de Amizade e Meus Amigos!

Quem são meus amigos de verdade?

Não gosto da abordagem que leva aos choros e aos apupos de melancolia; prefiro a objetividade, aliás, tenho me confessado um objetivista incorrigível, conforme minha posição de pragmático utilitarista igualmente teimoso.

Pauto-me pela Bíblia e por célebres pensadores que tenho tido a honra de ter dentro de minha casa na forma de livros, artigos e com o advento da Internet, dentro de minha tela.

Exemplo desta abordagem é Confúcio que declarou com precisão: “Para conhecermos os amigos é necessário passar pelo sucesso e pela desgraça. No sucesso, verificamos a quantidade e, na desgraça, a qualidade.

Eu acredito, sinceramente, no que disse Sócrates: “quem tem muitos amigos não tem nenhum”; e, tenho buscado uma abordagem técnica para a definição de amizade, que seja racional e lógica – afastando-me das pretensas definições emocionais ou sentimentais, porque baseado nelas por praticamente meio século, eu descobri que são frustrantes e desanimadoras as consequências deste tipo de postura.

O meu raciocínio sobre a pauta vem sendo desenvolvido paralelamente à este breve enunciado há cerca de 3 anos e teve uma razão de ser. Em 2016 eu vivi o pior ano de toda a minha vida até hoje. Fui à falência quase total (90%), dependi de ajuda de amigos, desfrutei de depressão que, agravada por minha condição de borderline me fez suportar madrugadas sem dormir e angústias ineptas.

Se não fôra a presença de Keyla e Kemily em meu dia-a-dia certamente minha situação teria sido mais trágica ainda.

Mas, foi neste exato momento que experimentei a diferença que está expressa no pensamento de Confúcio que mencionei acima. E, sem falsidade alguma, consigo diferenciar a realidade econômica de todas as pessoas que interagem comigo, sei distinguir a incapacidade de um amigo poder ajudar-me numa situação de penúria e de desolação, quando ele mesmo possui severas limitações pecuniárias.

Mas, orações e palavras de ânimo não custam um mísero centavo e, com efeito, tive tempo para refletir nas palavras de Martin Luther King quando declarou: “No final, não nos lembraremos das palavras dos nossos inimigos, mas do silêncio dos nossos amigos.”

Aprendi algumas coisas sobre esta coisa de “amigo” e da espontaneidade de pessoas que estendem a mão ou são empáticas quando somos honrados e sinceros com elas.

Quatro amigos foram criteriosamente bondosos e quero manifestar minha objetiva gratidão por socorrem-me, permitindo-me oferecer meus serviços ou porque resolveram que deviam ajudar-me por longos 10 meses em 2016.

1- Veridiano Gadelha;

2- Walter de Paula;

3- Célio Costa;

4- Gedalias Lima.

Há outros amigos em outros cenários; também repito que aqui não faço juízo de valor de nenhum outro amigo e que reconheço as limitações de muitos deles à época; porém, estes quatro recebem aqui minha gratidão por terem estendido a mão em minha direção. A benção de Deus está em minha boca para vos abençoar!

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