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Somatosíntese Naturológica

5 de agosto de 2010 Naturologia 9 Comentários

Desde que o espírito e a alma encontram expressão mediante o corpo tanto o vigor mental como espiritual dependem em grande parte da força e atividade física. O que quer que promova a saúde física promoverá o desenvolvimento de um espírito robusto e um caráter bem equilibrado.[1]

 

O presente texto de Somatosíntese Naturológica que aqui faço chegar as mãos de meus alunos e admiradores das Terapias Naturais, objetiva atender uma necessidade imediata de meu Curso de Naturologia Clínica que é reconhecido pelo Sindicato Nacional de Terapeutas Naturistas, pela Associação Geral da Ordem dos Naturologistas do Brasil, pela Asociación Open University – Instituto Vida Natural del Paraguay e pela Confederação Latino-Americana de Terapeutas Naturistas.

Como sou um Professor por excelência e amo profundamente a missão magisterial no campo naturológico, me ocupei com afinco da especial tarefa de concentrar-me nos grandes Fundamentos da Escola Naturológica partindo do conjunto de ensinos dos quatro grandes mestres que fundam minha própria concepção acerca da verdadeira Medicina Natural – ora denominada Naturologia Clínica.

Este texto objetiva oferecer, de forma concisa e direta, condições de todos os pesquisadores iniciarem o conhecimento de Somatosíntese Naturológica sem desvios de sua verdadeira vocação como defendida por Sebastian Kneipp, Manuel Lezaeta Acharán, Eduardo Alfonso e Ellen Gould White.

Atrevo-me a colocar-me ao lado destes mestres e propor uma síntese de suas abordagens sobre o corpo humano, respeitando as bases universais já consagradas na moderna biomedicina e obras de referência da fisiologia médica.

Quando verificamos as bases da Fisiologia Humana, conforme estudada nas Universidades, nos Cursos de Psicologia, Farmácia, Enfermagem, Odontologia, Educação Física, Terapia Ocupacional, Fisioterapia, Fonoaudiologia, Nutrição, Biomedicina, Biologia e mesmo de Medicina, entendemos que todos estes Cursos têm em comum uma base simples nesta área do conhecimento por uma razão óbvia: o ser humano é composto de uma estrutura física única em qualquer lugar do Mundo.

Os fundamentos, repetimos, são os mesmos em termos de estrutura do corpo humano e, o que a moderna academia considera aprofundamento só se justifica em espíritos vocacionados para a Cátedra de Fisiologia – questão que se demonstra desnecessária na lida diária dos profissionais de terapias naturais, porque na prática das denominadas medicinas tradicionais, ancestrais, naturais e complementares, a realidade comum do dia-a-dia da vida profissional ao longo de séculos – uma espécie de Protocolo de Procedimentos se impõe em cerca de 80% de todos os casos clínicos.

O que as outras Escolas de Saúde não conhecem acerca de nossa área de atuação é que, sob o ponto de vista físico, “o conhecimento essencial” se resume a questões que exigem um conhecimento objetivo dos fundamentos da fisiologia humana e não de todos os muitos detalhes e pontos tidos como “altamente rebuscados” da maioria da literatura clássica sobre a matéria.

A lógica desta concepção é óbvia: a linguagem e a experiência das medicinas tradicionais, ancestrais e naturais não foi adquirida em Universidades e nem em livros à moda cartesiana do saber, como ocorre com as demais Escolas de Saúde, mas em muitas situações se consolidou com a tradição tribal, com a presença do mestre que compartilhou seus conhecimentos, ou ainda – como é nosso caso – com a construção de uma Academia de visão holística e integrativa da saúde natural, onde reunimos o melhor de quatro Escolas de Naturologia e locamos em uma abordagem unificada de desenvolvimento metodológico.

Uma das primeiras metas de uma ciência, portanto, seja física, química ou biológica, é determinar a individualidade das unidades com as quais está relacionada, pois, a menos que tais unidades sejam compreendidas e aceitas por todos em dado campo, a comunicação expressiva é difícil e o conhecimento nesse campo não pode progredir.[2]

A palavra fundamento significa “algo colocado por baixo para estabelecer uma base de sustentação, alicerce de uma construção”.

Em nosso trabalho não podemos negociar com dúvidas e achismos, temos que ter certeza dos procedimentos exatos que iremos adotar, porque do outro lado de nossa mesa de atendimento está um Santuário onde Deus deve habitar.

Não sabeis que sois Santuário de Deus e que o Espírito de Deus habita em vós? Se alguém destruir o Santuário de Deus, Deus o destruirá, porque sagrado é o Santuário de Deus, que sois vós.[3]

Temos que ter fundamentos bem estabelecidos porque por este meio poderemos dar sustentação tão segura ao que iremos enunciar que nossa Escola de Saúde poderá se posicionar com segurança, conquistando assim não só o respeito dos estudiosos, mas apresentar a exata linha de atuação clínica para nossos estudantes de Naturologia Clínica, comunicando assim absoluta credibilidade e resultados favoráveis junto às pessoas em nossos consultórios.

Inclusive esta nossa maneira de definir e conformar as coisas estabelece uma justa e adequada separação entre nossa proposta terapêutica (holística-natural) com relação a qualquer outra que, tendo seu óbvio valor em seu próprio contexto, não pode tratar-nos com desrespeito, porque a força da nossa posição é, em si mesma, satisfatória enquanto argumento técnico-acadêmico para nós Terapeutas Naturistas (Naturologistas Clínicos), que sabemos desta realidade na prática de consultório dia-a-dia.

A grande filósofa Dra. Marilena Chauí, sabiamente declara em obra de referência universitária de grande prestígio:

Como a ciência se caracteriza pela separação e pela distinção entre sujeito do conhecimento e o objeto; como a ciência se caracteriza por retirar dos objetos do conhecimento os elementos subjetivos; como os pensamentos científicos de observação, experimentação e interpretação procuram alcançar o objeto real ou o objeto construído como modelo aproximado do real; e, enfim, como os resultados obtidos por uma ciência não dependem da boa ou má vontade do cientista nem das suas paixões, estamos convencidos de que a ciência é neutra ou imparcial. Diz a razão o que as coisas são em si mesmas. Desinteressadamente. Essa imagem de neutralidade científica é ilusória. Quando o cientista escolhe uma certa definição de seu objeto, decide usar um determinado método e espera obter certos resultados, sua atividade não é neutra nem imparcial, mas feita por escolhas precisas.[4]

Em certa ocasião o escritor e filósofo George Santayana disse:

Não peço a ninguém que pense em meus termos se preferir outros. Que esse alguém limpe melhor se puder, as janelas de sua alma, que a variedade e a beleza da perspectiva possam espalhar-se com maior brilho diante de si.[5]

É de amplo conhecimento em nossa profissão (Naturologia Clínica) que a impossibilidade de se conhecer todas as questões que envolvem a vida orgânica humana é ponto resolvido em nossa consideração não só acadêmica como clínica.

O fato das pessoas serem de constituição septenária, impõe uma situação absoluta de ampla multifocalidade funcional, onde a estrutura física (mais próxima da Fisiologia Humana) se liga ao contexto emocional, intelectual, espiritual, familiar, social e ecológico, de modo tão profundo que, considerar clinicamente o corpo humano sem estas outras potencialidades postadas na mesa, é tornar-se terapeuta de um sétimo (1/7) da verdadeira visão clínica – posicionando o referido terapeuta (seja ele de que escola for) – numa situação de ampla desvantagem para com o indivíduo que espera de sua lavra uma orientação segura e produtiva em termos de recuperação da saúde!

Ainda na vertente da necessidade de se firmar uma linha de relacionamento acadêmico que seja produtivo, entendo que a função do Professor não é a de complicar a mente do estudante, mas, viabilizar com o máximo de flexibilidade e facilidade a compreensão de sua disciplina, tornando-se claro e funcional na realidade prática da vida.

Há quem creia que é essencial que o estudante conheça todas as teorias que são contraditórias todo o tempo entre os próprios pesquisadores que se aplicam a elas. Isto é uma fantasia de grandeza humana que só serve para inflar o orgulho e nada mais.

Entendemos que uma vez que sejam bem fixados os fundamentos sobre uma Ciência a construção de todo o arcabouço que se segue à sua disposição será muito frutífera, porque o investigador poderá edificar a sua estrutura de pensamento sobre alicerces sólidos – a casa não poderá cair diante das tempestades do sofismo e da blandícia do mercantilismo no contexto científico.

Por outro lado, de nada adianta a nossa arrogância de imaginarmos que sabemos todas as coisas sobre determinado assunto, porque logo se levantarão novos doutores com novas teses que derrubarão as nossas, porque as Universidades estão cheias de pessoas que, carregadas de uma enorme necessidade de se sentirem grandes, vivem para derrubar seus antecessores e mostrar que são maiores do que eles.

Em nosso caso, estamos absolutamente livres desta praga, porque a nossa grande dignidade está em celebrar com Deus a Sua benção em revelar a nobres mestres (professores) que nos antecederam, as partes de Sua infinita sabedoria e podermos compartilhar da história e experiência deles. Na Naturologia Clínica, nossos mestres não são descartáveis, nem pela antigüidade e muito menos por suas afirmações – porque estes dois pontos são prova de que a nossa abordagem é Ciência que perdura acima dos séculos e da modernidade!

A este respeito, poderíamos então acrescentar nomes imensamente proeeminentes, ao lado dos quatro grandes mestres que já elegemos, tais como: Hipócrates, Avicena, Paracelso, Padre Tadeo de Vincent, Adolf Just, Arnold Rickli, Bernard Just, Moisés Santiago Bertoni, Antonio Valeta, Carlos Casanova Lente, Márcio Bontempo, Daniel Boarim, Nemer Nemes, Pedro José Bogado Alfonso, dentre muitos outros de muitas Nações e Culturas.

Na Naturologia Clínica que tenho construído com milhares de horas de pesquisa, trabalho de campo e dedicação em todas as suas áreas – a vida depende de estruturas inegociáveis de fundamentação fisiológica assim demarcada:

1) Homeostasia;

2) Unitarismo Fisiológico;

3) Septenariedade Holística;

4) Fisiologia Circulatória Linfático-Sangüínea;

5) Acidose-Alcalinidade Orgânica;

6) Funcionalidade Emunctorial;

7) Disciplina Sistêmica.

Considerada sob o ponto de vista da “auto-cura” natural que cada ser humano possui em si mesmo, tal conjunto de princípios elementares estabelece uma base de composição para a terapêutica naturológica que supera em todos os aspectos, qualquer outra proposta de cura de qualquer outra vertente. E se a vertente conseguir restabelecer alguém por meios naturais já não é “outra” vertente, mas a mesma que defendemos historicamente desde o Jardim do Éden.

Afirmamos isto não pela arrogância de pretendermos ser melhores que outras estruturas, mas porque a força incontestável deste conjunto de elementos – se impõe acima de qualquer outro alinhamento pretendido no campo da saúde biomédica que se apresente biológica, ecológica e natural!

Muitos dos resultados que alcançamos são inexplicáveis em termos de averiguação de todas as suas minudências e nem queremos mesmo saber como se dão certas curas, porque como nossa base parte da homeostasia e ela é um mistério inexpugnável em sua totalidade, pretender entendê-la em sua septenária dimensão é sair do lugar comum onde estamos como seres humanos e pretender ser uma divindade – algo que nos devia fazer corar de vergonha pela imbecilidade que se delineia nesta vã imaginação.

É sobre Leis Naturais que se ocupam os Naturologistas Clínicos e não de laboratórios ou bisturi; nossos caminhos estão longe dos bilhões de dólares gastos em produtos que em cinco ou dez anos são descartados por outros que consomem mais bilhões de dólares.

Nosso trabalho se funda na Natureza com a complexidade que conhecemos até certo ponto, mas que em toda a sua abrangência é inexplicável – afinal, quem poderá esquadrinhar todos os mistérios da água, da luz, da terra, das plantas, do repouso, do movimento, da alimentação natural, das artes, do toque, das flores, dos óleos, da ecologia, da espiritualidade, do diálogo e da família? Nossa compreensão da vida e das suas questões se silencia quando Deus fala na Natureza!

Não ignoramos, porém, as questões físico-químicas, contudo, entendemos que elas devem se alinhar com o todo e não serem estudadas como se faz na atual biomedicina cartesiana: de forma isolada e reducionista, sem a perspectiva holística.

Se algum biomédico, verdadeiro investigador da vida e da saúde, quiser entender como os Naturologistas Clínicos pensam sobre a Clínica Humana e a Cura por Meios Naturais – este texto se apresenta como uma das referências para cooperar com uma marcação lógica e logística.

Não tenciono ser o sinete do entendimento absoluto da saúde humana e nem o sou; mas, sigo aqui as instruções de uma das nossas referências acadêmicas mais proeminentes, para estabelecer os ditos fundamentos de entendimento somatológico:

Transgressão da Lei Física é transgressão da Lei Moral; pois Deus tanto é Autor de uma como da outra. Sua Lei está escrita com Seu próprio dedo em cada nervo, cada músculo e em cada faculdade que confiou ao homem. E todo abuso de qualquer parte de nosso organismo é uma infração dessa Lei. Todos devem ter inteligente conhecimento da fisiologia humana, para poderem conservar o corpo em condição de executar a obra do Senhor.[6]

A questão maior todo o tempo é a seguinte:

Todo profissional médico – quer ele reconheça ou não, é responsável pela alma, bem como pelo corpo de seus pacientes. O Senhor espera de nós muito mais do que muitas vezes fazemos para Ele.[7]

Para que isto possa ser devidamente realizado, precisamos saber quanto de conhecimento, ou qual é o conhecimento essencial para entendermos a nossa saúde. Foi assim que este livro se tornou necessário! Deve ficar bem claro que queremos um conhecimento essencial de fisiologia para uma ação prática que funcione e produza os devidos efeitos naturais da auto-regeneração homeostática humana! Isto é Naturologia Clínica, este é o trabalho do Terapeuta Naturista!

A verdadeira erudição na saúde humana está em conhecer a síntese bem direcionada e objetiva acerca da verdade sobre aquilo onde se fundamenta tudo que tem que ver com a nossa saúde.

Porém, esta tarefa que eu assumo aqui, em alguns circuitos é vista com certo espírito crítico, antes mesmo de haver sido explicada, porque a nossa sociedade endeusa um modelo absolutamente falho como sendo bom e tende a rechaçar as opiniões contrárias.

Não dispensamos a verdade maior de que uma Ciência só possui valor, se puder demonstrar êxito positivo nas suas conclusões.

Mas, não podemos aceitar um cientificismo utilitarista, porque é fragmentado, tragicamente capitalista em excesso e carregado de tão complexas minudências que o estudo em si mesmo, torna-se ad infinitum, ou seja, imensurável em suas buscas, de sorte que os estudantes e pesquisadores vivem dicotomizando suas descobertas em tantos fragmentos que, no final de qualquer Faculdade na área de saúde, a maioria dos estudantes não consegue apresentar uma abordagem plena, integral e completa do que de fato devem fazer.

Assim, concentrado na busca por uma logística funcional e interessado em um texto que possa ser adequado as aulas de Naturologia Clínica, na cadeira de Somatosíntese Naturológica, entendo que este texto seja competente na defesa e no estabelecimento dos fundamentos elementares da matéria em pauta.

Por último, aos que não são conhecedores da Escola de Naturologia Clínica e poderiam supor, por desconhecimento real, de suas valiosas concepções e metodologia, sugiro a leitura antes e depois a réplica como cabe aos que afeitos à tribuna da academia e possuem o devido decoro para manifestar o seu próprio pensamento sem fechar as janelas dos outros.

Na coerência de nossas posições – abdicando de uma idéia preconceituosa e negativa de que seríamos uma terapia charlatã ou curandeirista – a sociedade (profissionais de saúde e cidadãos) poderá usufruir de um conhecimento que não queremos que seja nosso, mas de todos nós, como família humana, imbuída do mesmo destino: a glória de Deus!

 


[1] WHITE, Ellen Gould. Educação. Casa Publicadora Brasileira, Tatuí, SP, 1997, p. 195.

[2] SWANSON, Carl P. A Célula. Editora Edgard Blücher/Editora da USP, São Paulo, 1972, p. 2.

[3] 1ª Coríntios 3:16-17.

[4] CHAUÌ, Marilena. Convite á Filosofia. Editora Ática, São Paulo, SP, 1997, p. 281.

[5] DURANT, Will. História da Filosofia. Editora Nova Cultural, São Paulo, 2000, p. 446.

[6] WHITE, Ellen Gould. Parábolas de Jesus. Casa Publicadora Brasileira, Tatuí, SP, 1998, p. 347-348

[7] WHITE, Ellen Gould. Medicina e Salvação. Casa Publicadora Brasileira, Tatuí, SP, 1995, p. 31.

 

  1. waléria alba disse:

    Boa noite.
    Jean, gostei muito dos artigos que veio lendo, são as bases da naturologia, espero poder estar em fortaleza em agosto para participar desse grande encontro com pessoas que tem os mesmos objetivos: levar a verdadeira naturologia a quem precisa, e ainda aprender sempre, pois é em momentos como estes que percebemos o quanto podemos crescer. Fui aluna da ECA de Belém. Espero estar com o senhor nessa caminhada da naturologia, já que você sempre foi o nosso referencial. Hoje algumas pessoas formadas em outras Universidades julgam que nossa formação não tem nenhuma validade; mas, ninquém tira aquilo que conquistei com meus esforços, e determinação. Somos Naturológos sim e tenho muita honra de fazer parte da sua Escola. bjsss.

    • Jean Alves Cabral Macêdo disse:

      Caríssima Waléria,
      Paz e bem!

      Será uma grande alegria tê-la conosco neste I Encontro Internacional de Naturologia Clínica e compartilhar com grandes Mestres e Doutores de renome internacional as grandes questões da Naturologia Clínica que iniciamos com muita luta há 13 anos.

      Divulgue entre nossos colegas de Belém a nossa disposição nesta direção.

      Saúde!

  2. Gilson Moura disse:

    Se quiseres fazer com que teus inimigos tenham um colapso nervoso, aprenda manter uma boa atitude mesmo que tenhais chegado ao fundo posso.
    Não permita que ninguém mate os teus sonhos. o céu é o limite que o senhor te deu. que o DEUS de Israel possa inflamar mais e mais o seu espírito em busca dos seus objetivos.

    com votos de sucesso.

    Gilson Moura.

    • Jean Alves Cabral Macêdo disse:

      Caro Gilson, agradeço a deferência de suas palavras!
      Desejo saúde e sucesso em seus trabalhos.
      Paz e bem!

    • gilson moura disse:

      Que as pessoas saibam que a proposta da naturologia que ensinamos, se não acrescentar anos a vida, certamente acrescentará vida aos anos.

      Gilson moura naturologista e quiropraxista.

  3. El Greco Calon disse:

    Olá! Adorei encontrar o seu site, professor, pois me apaixonei de repente por essa profissão!!! Parabéns por seu trabalho. Desejo que seu caminho seja o mais feliz possível. Abraços.

    • Jean Alves Cabral Macêdo disse:

      Prezado Greco Calon, fique sabendo que aqui estamos para servir no que o nobre amigo precisar e estiver ao nosso alcance. Sucesso em sua jornada como Naturólogo!

  4. bruno disse:

    bom dia
    gostei da matéria







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