Uma Mensagem Sobre Nossa Luta Diária

Considere as coisas assim:

“Pois cada um dará conta de si mesmo diante de Deus” (Romanos 14:12)

“Examinai-vos a vós mesmos, provai-vos a vós mesmo!” (2ª Coríntios 13:5)

“Sem Mim nada podeis fazer” (João 15:5)

O ser humano só tem dois caminhos para escolher: ou está sob o senhorio de Cristo ou sobre o senhorio de Satanás - na Palavra de Deus as coisas são assim delineadas.

No meio deste grande conflito cósmico, uma batalha principal vem sendo travada, a batalha pelo controle dos Santuários Espirituais de 1ª Coríntios 3:16-17.

De um lado o destruidor e do outro aquele que se diz que veio para que tenhamos “vida e vida em abundância”.

As pessoas estão em uma enorme crise existencial. Eu estou, todos estão, o Mundo inteiro jaz no Maligno (1ª João 5:19).

Imagine que situação a nossa enquanto mortais!

Nossas fragilidades são profundas como a própria morte (Isaías 59:1-3).

Então sem a graça de Deus (Efésios 2:9-10), sem a intervenção sobrenatural e especial de Cristo em nossas vidas (João 15:1-5) nada poderemos fazer a não ser tentar, por nossos próprios esforços salvar a nós mesmos, ainda que, inexoravelmente estejamos indo em direção à morte.

“Todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus” (Romanos 3:23).

Por esta razão, digo-te que, sempre que me vejo fraco, incapaz e até em desespero, penso que somente em Cristo é possível vencer ao pecado e às nossas próprias fragilidades e, esta vitória depende de comunhão diária com Ele.

Isto, depois de mais de 30 anos de conhecimento do Evangelho da glória e a vida não está perfeita! Aliás, em João 1:7-9 se declara que nós nunca poderemos dizer com orgulho “não temos pecado”, porque o pecado é uma peste que está impregnada em nossa vida.

Isto se vê em Romanos 7:7-17.

Concluo dizendo que, embora a nossa consciência diga que devemos fazer uma coisa, a nossa carne pede outra e batalha de renúncias e de vitórias sobre nós mesmos é obra individual, obra que a piedade de Deus está tocada e vê nossa fragilidade.

Mas, se formos à Jesus, Ele é poderoso para nos salvar e recuperar com certeza!

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Saúde e Qualidade de Vida!

Diz a Bíblia: “Não sabeis que sois Santuário de Deus e que o Espírito de Deus habita em vós?” (1ª Coríntios 3:16-17).

Em outra passagem está escrito: “Rogo-vos, irmãos, pelas misericórdias de Deus, que apresenteis os vossos corpos como um sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional” (Romanos 12:1).

Na trajetória de nossa vida, a palavra “saúde” ou a expressão “qualidade de vida” não são opcionais! No Reino de Deus igualmente!

O que é saúde? Na concepção clássica da Fisiologia Humana é homeostasia, ou em linguagem popular, normalidade funcional do organismo. Nossa vida depende deste funcionamento orgânico natural. Esta compreensão é elementar em qualquer Escola de Saúde.

Isto definido, passamos a consideração acerca da “qualidade de vida”, expressão muito repetida em muitos mercados e fóruns, mas, muito mal compreendida, especialmente quando se considera a questão do ser e do ter em desequilíbrio constante em nosso tempo.

Qualidade de vida não é a qualidade de bens materiais que temos, nem a quantidade de vida que temos, mas é qualidade de sangue, da estrutura de nossa coluna vertebral, de nossa psiquê. Em palavras mais espirituais: “quer comais, quer bebais, ou façais qualquer coisa, fazei tudo para a glória de Deus”. (1ª Coríntios 10:31).

Nossa vida é o que temos determinado que somos: “de tudo que se deve guardar, guarda o teu pensamento porque dele procedem as fontes da vida” (Provérbios 4:23).

Nossa saúde e nossa qualidade de vida depende destes elementos primários: bom sangue, uma coluna vertebral bem trabalhada, uma estrutura psíquica alinhada com Deus, enfim, a vida de Deus em nós, na esperança da glória (Tito 2:13).

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Um Lugar de Paz!

Tenho me encontrado com a paz em muitos lugares!

A Cidade de Campos do Jordão para mim é um lugar de paz. Jerusalém (lá na Terra Santa) é outro lugar de magnífica paz, sobretudo no Jardim do Getsêmani ou no Monte Calvário. Minha sala onde realizo meu trabalho diário é um cantinho de serena tranqüilidade onde escuto minha música de paz e leio meus livros que inspiram a ligação espiritual com Deus.

Diz a Escritura que “não há paz em nossos ossos por causa de nossos pecados” (Salmo 38:3).

Considerando a vaidade de nossos dias, tenho visto que estamos diante de um fardo terrível que nos assola a alegria: os nossos pecados!

As narrativas de pecados por toda parte nos assusta! Eu sou um dos principais destes pecadores. Para mim foram escritas as palavras de Paulo em 1ª Timóteo 1:15 onde se diz: “fiel é esta palavra e digna de toda aceitação, que Cristo veio salvar os pecadores dos quais eu sou o principal.

Martin Luther dizia que “quando olhava a Cristo não via como poderia se perder, mas quando olhava a si mesmo não via como poderia salvar-se”. Me vejo todos os dias desta maneira! E à semelhança das pessoas que vivem em minha época, eu sou um homem frágil e muito carregado de todas as fraquezas inerentes a todos os meus compatriotas e irmãos.

Mas, Cristo pode salvar-nos, Ele tem me salvado de mim mesmo!

Desde há muito que tenho ouvido esta palavra: “Aparta-te do mal, e faze o bem; procura a paz, e segue-a” (Salmo 34:14). Desde os tempos do semita Jó que a ordem tem sido uma só: “Apega-te, pois, a Ele, e tem paz, e assim te sobrevirá o bem” (Jó 21:22).

Em minhas crenças pessoais tenho defendido que o Santuário de Deus não é um templo de uma denominação qualquer, nem qualquer montanha em Israel (João 4:20-24; 1ª Coríntios 3:16-17). Mas, todos precisamos de um lugar para nos encontrarmos com o Senhor e, tenho defendido e aqui reafirmo que este lugar tem que ser em nossa própria mente, onde quer que estejamos.

Por isto defendo o que defendeu o profeta nos tempos antigos: “Tu conservarás em paz aquele cuja mente está firme em Ti; porque ele confia em Ti” (Isaías 26:3); e sempre que me vejo cheio de esforços para conquistar esta paz por minhas próprias capacidades, vejo que fico com a angústia da impotência e da nulidade nas mãos. Nestas horas, me calo e ouço o que diz o mesmo profeta: “Senhor, tu nos darás a paz, porque Tu és o que fizeste em nós todas as nossas obras” (Isaías 26:12).

Nosso lugar de paz tem que ser em nossa mente, mas ela deve estar submissa à presença do Senhor! Quem conseguir estabelecer isto pela rigorosa disciplina de jamais perdê-Lo de vista (João 15:1-5) conseguirá entender o significado das palavras de Cristo quando disse: “Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou; não vo-la dou como o mundo a dá. Não se turbe o vosso coração, nem se atemorize” (João 14:27).

Eu vivo em busca deste lugar de paz em minha própria mente. Por esta razão, planejo todos os dias sair de perto das agitações das grandes cidades, não me atraio por luzes e festas, não aprecio barulheira e músicas de grande agitação - prefiro o lado clássico de Yanni, dos Arautos do Rei ou mesmo do magnífico som do silêncio.

Por esta escolha tenho vivido e estado bem distante dos parentes, não tenho mais que três amigos e prefiro estar comigo mesmo neste meu lugar de paz! E vivo esta experiência mesmo ocupando uma considerável carga de trabalho e rodeado de muitas pessoas!

Entendo que no final de nossa jornada nesta vida as coisas se resumirão entre o eu e a morte sozinhos na anti-sala do escritório de Deus e, neste momento só haverá uma alternativa existencial: “Lançando sobre Ele toda a vossa ansiedade, porque ele tem cuidado de vós.” (1 Pedro 5:7). Ora, se a morte é o que mais nos assusta, então por que não entregamos à Deus a nossa vida agora mesmo?

Está escrito: “O longânimo (o paciente) é grande em entendimento, mas o que é de espírito impaciente (o ansioso) mostra a sua loucura.” (Provérbios 14:29).

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A Tríplice Salvação do Reino!

No Reino de Deus a Salvação é Tríplice!

Ser súdito do Reino de Deus é participar de uma cidadania superior e muito elevada!

Quando ingressamos neste Reino, três momentos se consolidam em nossa realidade.

A primeira, é que somos salvos espiritualmente no exato momento em que cremos de todo nosso coração na obra de salvação feita por nosso Senhor lá na cruz, quando nos redimiu “legalmente” diante do Universo, de nossa condição de perdição eterna e iniqüidade, restaurando nossa relação com Deus o Pai. Ao crer nele, somos imediatamente salvos em nosso espírito e isto se chama em João 3:5 de “nascer de novo”.

“Se com a tua boca confessares ao Senhor Yehoshua e em teu coração creres que Deus o ressuscitou dentre os mortos, serás salvo. (…) Porque todo aquele que invocar o Nome do Senhor será salvo” (Romanos 10:9,13).

Tendo sido, pois, justificados pela , temos paz com Deus, por nosso Senhor Yehoshua Mashiah” (Romanos 5:1).

Sabendo que o homem não é justificado pelas obras da lei, mas pela fé em Yehoshua Mashiah, temos também crido em Yehoshua Mashiah, para sermos justificados pela fé em Cristo, e não pelas obras da lei; porquanto pelas obras da lei nenhuma carne será justificada”. (Gálatas 2:16).

A segunda, é que somos salvos no processo denominado de santificação da alma, onde a vida que recebemos na etapa anterior deve desenvolver-se e crescer até a sua plenitude máxima. Este processo é o que depende de nós, é a nossa contrapartida na relação com Deus, porque a salvação de nossa vida não é uma coisa estática em que somos salvos no ócio moral, mas precisamos cooperar com a obra de Deus em nós e, neste ponto é que temos a maior dificuldade, porém, não perdemos o estágio anterior durante este processo, porque ele não foi dependente de nós quando foi conquistado na cruz.

“De sorte que, meus amados, assim como sempre obedecestes, não só na minha presença, mas muito mais agora na minha ausência, assim também operai a vossa salvação com temor e tremor” (Filipenses 2:12).

“E dizia a todos: Se alguém quer vir após mim, negue-se a si mesmo, e tome cada dia a sua cruz, e siga-Me” (Lucas 9:23).

“… assim como apresentastes os vossos membros para servirem à imundícia, e à maldade para maldade, assim apresentai agora os vossos membros para servirem à justiça para santificação” (Romanos 6:19).

O último aspecto acerca da nossa salvação é que na segunda vinda de Cristo, o nosso corpo corruptível será definitivamente salvo e se revestirá da incorruptibilidade, tornando-se um corpo da ressurreição, liberto para sempre do poder da morte.

“Eis aqui vos digo um mistério: na verdade, nem todos dormiremos, mas todos seremos transformados; num momento, num abrir e fechar de olhos, ante a última trombeta; porque a trombeta soará e os mortos ressuscitarão incorruptíveis, e nós seremos transformados. Porque convém que isto que é corruptível se revista da incorruptibilidade, e que isto que é mortal se revista da imortalidade. E, quando isto que é corruptível se revestir da incorruptibilidade, e isto que é mortal se revestir da imortalidade, então cumprir-se-á a apalavra que está escrita: tragada foi a morte na vitória” (1ª Coríntios 15:51-54).

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O Reino é dos Pobres de Espírito!

Disse Cristo: “Bem-aventurados os pobres de espírito, porque deles é o Reino dos Céus” (Mateus 5:3).

A pobreza de espírito não é a pobreza material, não é a pobreza intelectual, não significa falta de preparo – mas, humildade de espírito!

Quando Jesus pregou o sermão que define o caráter do verdadeiro discípulo, suas palavras iniciais foram diretas ao centro coração.

O padrão dEle é muito elevado, começa com a nossa negação do egoísmo e do orgulho pessoal. Estas forças do mal dentro de nós só podem ser vencidas pelo poder da mensagem do evangelho, só podem ser dominadas pela Sua presença em nós.

Ele não abriu e nem tem uma porta extra para entrarem os arrogantes ou os “quase” humildes.

Ele mantém intacto o Seu requisito fundamental porque este reflete a exigência eterna de Deus Pai com relação à Sua soberania universal. Deus Pai nunca aceitou o homem cheio de orgulho que pensava fazer as coisas a seu próprio modo, uma de Suas exigências é de que a humildade não pode ser negociada, é essencial!

Ao contrário de toda a sabedoria dos homens carnais, tendentes a adquirir poder e posição, Deus aceita exclusivamente e tão-somente os humildes como súditos em Seu Reino.

“Ele te declarou, ó homem, o que é bom e o que é que o Senhor pede de ti: que pratiques a justiça, e ames a misericórdia, e andes humildemente com o teu Deus” (Miquéias 6:8).

As Escrituras deixam perfeitamente claro que não há outra maneira de caminhar com Deus. Ou andamos humildemente com nosso Deus, ou não andamos de modo nenhum com Ele!

“Em verdade vos digo que, se não vos converterdes e não vos tornardes como crianças, de modo algum entrareis no Reino dos Céus. Portanto, aquele que se humilhar como esta criança, esse é o maior no Reino dos Céus” (Mateus 18:3-4).

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No Reino de Deus, Quem Governa é o Rei!

Diz a Bíblia que “os passos de um homem fiel são confirmados pelo Senhor, e deleita-se no seu caminho. Ainda que caia, não ficará prostrado, pois o Senhor o sustém com a Sua mão”. (Salmo 37:23-24).

Também ensina que “melhor é o pouco com justiça, do que a abundância de bens com injustiça. O coração do homem planeja o seu caminho, mas o Senhor lhe dirige os passos”. (Provérbios 16:8-9). “Muitos propósitos há no coração do homem, porém, o conselho do Senhor permanecerá. (Provérbios 19:21).

Temos que entender como as coisas funcionam no Reino de Deus. Um Rei governa este Reino. Não somos nós que administramos coisa alguma, mas Ele quem detém o domínio e o controle de tudo.

“O Senhor assentou Seu trono nos céus e o Seu Reino domina sobre tudo” (Salmo 103:19).

Quando pensamos em organizar a nossa vida e as nossas metas, temos que pedir à Deus não só a autorização, mas a inspiração.

Há alguns que perguntam: ‘como posso saber que este ou aquele alvo têm a aprovação divina’?

A única resposta que encontrei segura e infalível foi esta: “Toda a Escritura inspirada por Deus é proveitosa para ensinar, redagüir, corrigir e para instruir em Justiça; para que o homem de Deus seja perfeito e perfeitamente instruído para toda boa obra”. (2ª Timóteo 3:16-17).

Quem sabe cada um de nós se dedique a examinar as Escrituras não como objeto de discussão religiosa, mas como uma manifestação das regras e do padrão do Reino de Deus para guiar-nos em nossa vida!

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Os Ministérios do Reino!

Diz a Bíblia que ” percorria o Senhor toda a Galiléia, ensinando nas sinagogas, pregando o evangelho do Reino e curando as moléstias entre o povo” (Mateus 4:23).

No Reino de Cristo a base de sustentação ministerial é esta: pregar, educar e curar!

O Ministério Pastoral que não conter estes três elementos está fora da verdade acerca de qual é a nossa obra.

Aliás, se observarmos as diversas denominações religiosas de nosso tempo, encontraremos este perfil trágico, elas planejam e endossam tudo, chama de ministério um monte de teorias - mas estes três ofícios que foram os únicos de Cristo, são “mais alguma coisa”.

Ora, o que iremos pregar e ensinar?

- “Desde então começou o Senhor a pregar e a ensinar: arrependei-vos, porque é chegado o Reino dos Céus” (Mateus 4:17).

O que iremos curar?

- “curando as moléstias entre o povo” (Mateus 9:35)

Tais as bases do trabalho ministerial de Cristo.

Não seria o caso de nos perguntarmos: o quero eu com a mensagem de Deus? Entendo qual é minha missão nesta vida?

Pensemos nestas coisas!

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O Reino de Deus Não é Comida Nem Bebida!

Sou Naturologista e atuo com 12 Forças da Natureza no meu dia-a-dia com a finalidade precípua de salvar a saúde das pessoas! Uma destas forças é a “alimentação”.

Mas também sou Pastor-Evangélico e, por esta razão, tenho enfrentado algumas situações em que muitas pessoas têm dúvidas acerca da legitimidade das duas tarefas casadas em minha carreira.

Uma destas dúvidas é com relação ao texto de Romanos 14:17, onde o apóstolo diz: “Porque o Reino de Deus não é comida nem bebida, mas justiça e paz, com alegria no Espírito Santo”.

A explicação aqui é bem simples se fizermos uma leitura completa do capítulo. No verso 1 o texto deixa claro que o tema é sobre o “recebimento de um enfermo na fé”. Ele deve ser recebido sem contenda ou constrangimento. Em seguida, o apóstolo vai discorrer o seguinte:

  1. Cada pessoa pode comer o que quiser, isto é problema pessoal e nada tem que ver com a salvação da vida (versos 2, 3, 6, 15, 17, 20);
  2. No contexto, é fraco na fé o que estava comendo legumes, mas o bom mesmo é “não comer carne, nem beber vinho”, porque estas coisas fariam os irmãos tropeçarem no caminho naquele contexto (versos 2 e 21);
  3. Proíbe-se julgar os irmãos por causa da conduta dietética e pela guarda de dias especiais, porque “Deus é poderoso para firmar a pessoa” (versos 4, 5, 6 a 13); e,
  4. Por último vem a questão principal do capítulo: cada um de nós deve atuar com a consciência em relação a questão da alimentação diante de Deus (versos 12 a 19, 22-23).

Isto estabelecido, qual a lógica de relacionar a Medicina Natural com o ofício pastoral?

Eu entendo que para quem desejar, sem prejuízo da salvação por esta causa, uma dietética melhor do que a dos carnívoros e dos alcóolatras (verso 21) é o indicado! Mas repito: sem que isto tenha uma relação direta com a salvação, porque é questão de “santificação”, de “saúde”, de “qualidade de vida”!

Por esta razão “bom é não comer carne” ou usar coisas que possam intoxicar o nosso corpo - e há provas à saciedade na ciência - porém, “se por causa da comida entristeces teu irmão, já não andas conforme o amor” (verso 15), pois devemos “seguir as coisas que servem para a paz e para a edificação de uns para com os outros” (verso 19).

Nunca devemos nos esquecer: “não destruas por causa da tua comida aquele por quem Cristo morreu” (verso 15). “Não destruas por causa da comida a obra de Deus” (verso 20).

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As Colunas da República

Duas colunas devem estar na base da República, seja ela brasileira, norte-americana ou na África: liberdade civil e liberdade religiosa. Estas duas colunas estão ligadas profundamente à liberdade de consciência.

O apóstolo Paulo escreveu sobre esta questão em duas passagens muito importantes:

“porque cada um de nós dará conta de si mesmo diante de Deus” (Romanos 14:12)

“porque há de ser a minha liberdade julgada pela consciência de outra pessoa?” (1ª Coríntios 10:29)

Winston Churchill, grande estadista inglês declarou certa ocasião no pós-guerra: “Ninguém pretende que a democracia seja perfeita ou sem defeito. Tem-se dito que a democracia é a pior forma de governo, salvo todas as demais formas que têm sido experimentadas de tempos em tempos”.

O que há excepcional na República?

Este pensamento de White ajuda-nos a entender o que ela encerra:“O princípio fundamental da colônia de Roger Williams era que todo homem teria liberdade para adorar a Deus segundo os ditames de sua própria consciência. Seu pequeno Estado - Rhode Island - tornou-se o refúgio dos oprimidos, e cresceu e prosperou até que seus princípios básicos - a liberdade civil e religiosa - se tornaram as pedras angulares da República Americana. No grandioso e antigo documento que aqueles homens estabeleceram como a carta de seus direitos - a Declaração de Independência - afirmavam: ‘consideramos como verdade evidente que todas as pessoas foram criadas iguais; que foram dotadas por seu Criador de certos direitos inalienáveis, encontrando-se entre estes a vida, a liberdade e a busca da felicidade’.” (WHITE, Ellen G. O Grande Conflito. Casa Publicadora Brasileira, Tatuí, SP, 1981, p. 293).

Estes dois princípios excepcionais são caríssimos a todos nós, mas não disse Churchill que trata-se do pior sistema, embora os outros tenham sido piores?

Cada um faz uma leitura desta questão, mas eu entendo assim: é que este tipo de sistema que granjeou o direito de um Novo Mundo onde as pessoas podiam ser livres para viverem o sistema protestante longe da perseguição católica romana na Europa, abriu o mesmo direito para satanistas, ocultistas, esotéricos e toda horda de cultos estranhos que trouxeram o Mundo ao ponto grave em que hoje nos encontramos, onde a mistura de crendices com a Bíblia gerou este mar de manipuladores da religião que estão prestando um serviço ao ceticismo.

Me ocupo da tarefa de organizar uma declaração de pontos fundamentais que sejam precisos e seguros em termos de conceitos espirituais. Não conquistei ainda este “porto seguro” de forma plena, mas alguns itens já estão estabelecidos e, entendo que uma consciência entregue ao vazio neste aspecto está fadada ao fracasso na verdadeira qualidade e significado de sua existência.

Que Deus nos ajude neste desiderato!

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A Segunda Vinda de Cristo

Há um tema que tem sido colocado muito abaixo da prioridade que encerra em sua valiosa manifestação bíblica e em sua essencialidade para a compreensão do desfecho de toda a História Terrestre.

Falo aqui da confirmadíssima realidade da segunda vinda de Cristo conforme ensinada na Bíblia Sagrada!

Tomemos a oração mais famosa, “o pai nosso”, nele há este trecho: “venha a nós o Vosso Reino” - o que significa isto?

Além de termos a realidade da chegada do Reino de Deus que deve ser implantado em nossa vida interior e que tem sido motivo de nossas considerações nos últimos dias, temos aqui uma maior revelação acerca da realidade literal deste Reino.

Eis os testemunhos:

“O mesmo Senhor descerá do Céu com alarido, e com voz de Arcanjo, e com trombeta de Deus” (1ª Tessalonicenses 4:16).

“Verão o Filho do homem, vindo sobre as nuvens do Céu, com poder e grande glória”. “Assim como o relâmpago sai do Oriente e se mostra até ao Ocidente, assim será também a vinda do Filho do homem” (Mateus 24:30 e 27).

“Ele enviará os Seus anjos com rijo clamor de trombeta, os quais ajuntarão os Seus escolhidos” (Mateus 24:31).

“Os que morreram em Cristo ressuscitarão primeiro. Depois nós, os que ficarmos vivos, seremos arrebatados juntamente com eles nas nuvens a encontrar o Senhor nos ares, e assim estaremos sempre com o Senhor”. (1ª Tessalonicenses 4:16-17)

Estas questões aqui enunciadas aparecem em mais de 2000 vezes na Bíblia - será que este tema tem alguma importância?

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