Meu amigo Wellyngton Moreira, em um encontro em algum dia de Setembro/2011 (Juazeiro do Norte, Ceará, Brasil), depois de certo tempo de conversa, colocando as fofocas em dias, me perguntou:

– Jean, se você pudesse se definir de modo profundo; como se apresentaria, por exemplo, num texto curto?

Pensei e repensei muito esta questão e finalmente creio haver encontrado a resposta objetiva e segura para dar a mim mesmo acerca de tão importante questão! Possivelmente esta questão possa interessar a alguém que me visita no Site ou lê meus artigos.

Então, manifesto-me através deste texto, na forma de um testemunho pelo qual acredito contribuir com quem se dispor ler tal exposição, porque encaro esta iniciativa como uma obrigação que me imponho, não para doutrinar quem quer que seja e sim para estimular tal leitor a uma reavaliação maiêutica-noética, constituída por um confronto com minha identidade e ideologia muito peculiar como demonstrarei.

Eu sou, no plano psíquico onde efetivamente estou preso no meu universo interior, no que pertine ao cenário da dialógica que tenho dentro de mim mesmo, entre meu “eu” e o meu “você” interiores quatro concepções fundamentais! Estas concepções me definem porque eu quero me definir nelas e firmo minha mente nelas, bloqueando outras possibilidades que, por descuido, poderiam levar-me à divagar ou relativizar o que está claro que não é relativo de forma alguma em mim mesmo: minha curta duração neste Mundo!

Minha definição de mim mesmo é a de que sou o seguinte:

Farei uma breve exposição do que significa cada uma destas definições de minhas quatro percepções e escolhas quanto à mim mesmo no meu próprio conceito! Talvez sirva de referência para alguém que procura definir-se em si mesmo e precisa de um roteiro sobre como eu construí minha identidade.

(1) Um Pragmático-Utilitarista.

Até meus 28 anos eu não tinha qualquer definição de mim mesmo e vivia num conflito mental muito complicado porque eu tinha uma vida muito atribulada com a pobreza, uma carga familiar elevada e o meu maior inimigo: uma ideologia religiosa inútil que não tinha qualquer condição de orientar-me para uma vida de empreendedorismo, de saúde legítima, de felicidade pessoal e muito menos de utilitarismo e pragmatismo positivo.

Não gastarei um minuto além desta narrativa descrevendo meus horrores psíquicos porque eles estão sepultados em septênios que ficaram no passado e não tenho qualquer interesse em reaver. É absolutamente óbvio que a pessoa que sou agora aos 51 anos em absolutamente nada tem que ver com o indivíduo de 28 ou qualquer outra idade. Todos nós mudamos no físico, nas emoções, no intelecto e no espírito!

Houve mais histórias ruins do que boas nestes 51 anos; daí que prefiro colocar minha atenção em memórias que sejam capazes de edificar algo de bom e aprendi a não dar qualquer importância para a opinião de terceiros sobre absolutamente nada que diga respeito à minha vida pessoal; no final da minha própria História – se Deus quiser me der vida nos termos do Salmo 90:10,12 e Tiago 4:13-15, bem está, senão Ele é Deus!

O Pragmatismo é definido nos dicionários como a corrente de ideias que prega que a validade de uma doutrina é determinada pelo seu bom êxito prático [É especialmente aplicado ao movimento filosófico norte-americano baseado em ideias de Charles Sanders Peirce (1839-1914) e de William James (1842-1910).].”

Segundo a Doutrina Pragmática, o sentido de uma ideia corresponde ao conjunto dos seus desdobramentos práticos. O Pragmatismo se aproxima do sentido popular, segundo o qual um sujeito “pragmático” é aquele que tem o hábito mental de reduzir o sentido dos fenômenos à avaliação de seus aspectos úteis ou necessários, limitando a especulação aos efeitos práticos, de valor utilitário que puder produzir em termos de bençãos e ao ser humano ou às circunstâncias.

Esta aplicação prática e dita “útil” dá origem ao Utilitarismo. Nos dicionários seu significado é: “teoria desenvolvida na filosofia liberal inglesa, especialmente em Jeremy Bentham (1748-1832) e Stuart Mill (1806-1873), que considera a boa ação ou a boa regra de conduta caracterizáveis pela utilidade e pelo prazer que podem proporcionar a um indivíduo e, em extensão, à coletividade”.

Filosoficamente, a Doutrina Utilitarista se revela na frase: Agir sempre de forma a produzir a maior quantidade de bem-estar (Princípio do bem-estar máximo)”Trata-se então de um princípio ético (comportamental) que, ao contrário do egoísmo, insiste no fato de que devemos considerar o bem-estar de todos e não o de uma única pessoa, porque somos a família humana. Para mim, a vida deve ser considerada em seu prisma realista e não em hipnose coletiva ou ilusões e fantasias – mas deve ser analisada e vivida em questões concretas na cena particular, religiosa, política, profissional, etc.

Desta forma a aplicação Pragmática-Utilitarista que escolhi para mim, concentra-se em alguns fatos para os quais não existe qualquer possibilidade de eu poder dominar ou resistir e são eles:

1- Eu tenho um prazo de validade curtíssimo. Se tiver a fortuna de morrer de velho, com boa-saúde e cheio de dias, morrerei entre os 80-100 anos, já numa fase em que a natureza não responde com a boa alcalinidade que tinha ao ser um jovem. O IBGE tem dado 79-80 anos aos homens de minha geração, ora, como estou com 51 anos, é pragmático-utilitarista entender que tenho, objetivamente, 49 anos de vida útil e num decréscimo de energia que nada que eu faça poderá evitar.

2- Eu tenho uma limitação de capacidades que me prende a um seixo de possibilidades razoáveis. Isto exige uma avaliação contundente de minha vocação e de minhas aspirações dentro do tempo que me resta e não do que já se foi, porque o que se foi já não tem retorno. Logo, a minha vida está circunscrita à uma série de escolhas que determinarei e que definirão o homem que ainda posso ser e o legado que pretendo deixar. Em meu projeto pessoal, aos 65 anos eu paralisarei as atividades com o objetivo de conquistar “dinheiro” e estarei literalmente “aposentado” – se Deus me permitir viver até lá com boa saúde, é claro! Portanto, destes meus 51 anos até esta data, tenho exatos 14 anos de objetivos e metas que desejo cumprir.

3- Eu tenho uma limitação de recursos que me impede de pensar em coisas que não são razoáveis. Não sou um sujeito com recursos financeiros infinitos, pelo contrário, tenho expressiva limitação. Porém, conforme o Plano de Metas vai avançando nestes 14 anos de produtividade que ainda tenho, posso estabelecer algumas conquistas que garantam a referida “aposentadoria” com a tranquilidade de construir um Projeto de Naturologia Clínica e de Ministério Pastoral que seja compatível com o que eu quis e pude realizar.

4- Eu tenho uma obrigação em cumprir um Projeto Existencial. Minhas ordens, repetidas centenas e milhares de vezes é a de procurar “andar como Cristo andou” (1ª João 2:6) e, neste “andar/viver”, observar que “Ele andava ensinando, pregando, curando e fazendo o bem” (Mateus 4:23; 9:35; Atos 10:38). Então, consciente desta realidade e desta visão, determinei à mim mesmo viver por estes quatro pilares e minha própria vida ser o Projeto em andamento.

Desta forma, eu compreendo de modo Pragmático-Utilitarista que a minha vida depende de quatro condições primárias: tempo, talentos, tesouro e trato.

Por esta razão, todas as evidências empíricas e até as suposições só tem valor efetivo na vida real que eu vivo; se eu puder verificar a vantagem objetiva para agregar, dentro de minhas limitações de convivência e de alcance de minha atuação, qualquer que seja a questão, abraço – mas, se for uma coisa ruim, negativa e que se choque com meus quatro princípio gerais enunciados neste texto; simplesmente eu me desvio e me afasto.

Levei tempo para entender a inutilidade e a perda de energia que são a especulação ociosa, ou mesmo a vacuidade psíquica, a tolice e o analfabetismo proposital. Desde o início de meu quinto septênio  aos 29 anos eu me pergunto sobre as questões que surgem na minha mesa mental: Esta pauta serve exatamente para o quê? Como esta ou aquela pauta vão se interpor entre meu pragmatismo-utilitarista e a realidade onde eu existo? Mais ainda: Que pessoas querem se aproximar de mim e o que elas podem agregar ao que estou construindo como um legado que preciso deixar para a Humanidade como Professor, Pregador, Propedeuta e Paredro.

Tal posicionamento me impõe agora, hoje, neste oitavo ciclo de existência (49-56 anos), uma diretiva que tem um certo tom de individualismo e centralismo que se fazem essenciais à saúde psicológica neste ponto. Não tenho dificuldades com este pensamento porque Romanos 14:12 diz: “porque cada um de nós dará conta de si mesmo diante de Deus”; em 1ª Coríntios 10:29 explicita: “por que há de a minha liberdade ser julgada pela consciência de outrem?” – por isto, não acredito que minha vida seja ou possa ser dominada pela imposição dos outros.

A responsabilidade é pragmática e o utilitarismo que defendo decorre das Escrituras nos seguintes termos:

“Assim diz o Senhor, o teu Redentor, o Santo de Israel: Eu sou o Senhor teu Deus, QUE TE ENSINA O QUE É ÚTIL, e te guia pelo caminho em que deves andar“. (Isaías 48:17); “Como nada, QUE SEJA ÚTIL SEJA, deixei de vos anunciar, e ensinar publicamente e pelas casas”. (Atos 20:20); “Mas a manifestação do Espírito é dada a cada um, PARA O QUE FOR ÚTIL“. (1ª Coríntios 12:7); “Só Lucas está comigo. Toma Marcos, e traze-o contigo, PORQUE ME É ÚTIL PARA O MINISTÉRIO”. (2ª Timóteo 4:11); “O qual noutro tempo te foi inútil, mas agora a ti e a mim muito útil; eu to tornei a enviar”. (Filemon 1:11). “Obedecei a vossos pastores, e sujeitai-vos a eles; porque velam por vossas almas, como aqueles que hão de dar conta delas; para que o façam com alegria e não gemendo, PORQUE ISSO NÃO VOS SERIA ÚTIL. (Hebreus 13:17).

(2) Um Evangélico-Dogmático.

Diz a Escritura Sagrada:

“Porque não me envergonho do evangelho de Cristo, pois é o poder de Deus para salvação de todo aquele que crê”. (Romanos 1:16).

É minha base espiritual! É a raiz da minha dogmática! Sou um evangélico-dogmático (Filipenses 4:6-8; Mateus 6:33-34)! E o fundamento desta assertiva se dá à luz de algumas passagens consagradas da Palavra de Deus; conforme o gráfico a seguir:

Não é possível ser cristão e não atentar para estas passagens fundamentais que constituem o arcabouço básico onde a mente será colocada! Um cristão é alguém que segue Cristo e entende ser “uma varinha conectada com Ele”, a videira verdadeira: João 15:1-5.

Para alguém que se posiciona como pragmático, utilitarista, evangélico e dogmático, naturalmente tenho que ter uma plataforma consistente que me fundamente e, por isto, assevero a mim mesmo que o centro de meu pensamento está na máxima do Temor do Senhor como Início da Sabedoria (Salmo 111:10; Provérbios 1:7: 9:10).

Todas as pessoas, sem qualquer possibilidade de exceção, são fundamentalistas ou dogmáticas em alguma doutrina, nem que seja no discurso inócuo da antidoutrina, que em si mesmo já se impõe como um credo. Apenas idiotas não se tocam que nenhum ser humano existe sem alguma crença, seja lá qual for!

Então, eu me confesso, escolho, decido e resolvo que sou ligado à Doutrina Cristã, numa interpretação pessoal permanentemente mutável sem ferir princípios que já decidi que são intocáveis e foram descobertos em 37 anos de convivência com a Bíblia; são eles: (a) a crença de que somente Deus é o centro da vida; (b) a crença de que apenas a Bíblia é a Palavra de Deus e a grande regra de aferição de toda verdade revelada e útil; (c) a crença de que todo ser humano é um Santuário para habitação do Espírito de Deus; (d) há uma moralidade imperativa e essencial para o bem querer que tenho pela vida e as pessoas, mas não pode ser desconectada com a intenção da alma, isto é, as pessoas devem ser honestas consigo mesmas e não agir para agradar moralidade de igrejas, de denominações, de entidades e de qualquer coisa externa a si mesmo, seja lá o que for.

É exatamente nesta justa medida que compreendo o significado destas palavras:

“Sobre tudo o que se deve guardar, guarda o teu pensamento, porque dele procedem as fontes da vida. Desvia de ti a falsidade da boca e afasta de ti a perversidade dos lábios. Os teus olhos olhem para a frente e as tuas pálpebras olhem direto diante de ti. Pondera a vereda de teus pés e todos os teus caminhos sejam bem ordenados! Não declines nem para a direita nem a esquerda; retira o teu pé do mal”. (Provérbios 4:23-27).

Meu dogmatismo se apresenta com base no óbvio da minha experiência e se compõe de minhas próprias percepções no cenário onde eu existo. Ora, propor algo diferente seria ser profundamente estúpido! Não poderia apresentar uma dialética e uma dialógica longe da minha experiência para agradar a quem quer que seja! Aliás, quem gasta tempo oferecendo uma demanda que nem é sua de fato e de verdade? Apenas ‘religiosos fazem esta idiotice’ e é por isto que são sempre tão venais, hipócritas, tolos e com a vida interior bagunçada!

Eu tenho, como fruto de muitas leituras e da reflexão cuidadosa sobre os meus pilares, um posicionamento que se firma em Cristo, porque meu pragmatismo é utilitarista evangélico-dogmático; logo, ele nasce de um entendimento ontológico, epistemológico, antropológico e teológico que eu tenho de Deus, nos limites da minha própria percepção que se acomodou conclusivamente nesta base mental, mas não deixa de buscar um perene aprofundamento das riquezas de Cristo. Ora, espero que fique sempre claro que não sou manipulado e guiado por denominações religiosas e nem por filósofos, não há como ser um socialista/comunista e não dou a mínima para as opiniões em contrário!

Minha escolha é fechada numa bolha que está definida assim no Evangelho:

“Todo aquele, pois, que escuta estas minhas palavras, e as pratica, assemelhá-lo-ei ao homem prudente, que edificou a sua casa sobre a rocha; e desceu a chuva, e correram rios, e assopraram ventos, e combateram aquela casa, e não caiu, porque estava edificada sobre a rocha. E aquele que ouve estas minhas palavras, e não as cumpre, compará-lo-ei ao homem insensato, que edificou a sua casa sobre a areia; e desceu a chuva, e correram rios, e assopraram ventos, e combateram aquela casa, e caiu, e foi grande a sua queda”. (Mateus 7:24-27).

O que pode ser mais claro?

Meu próprio corpo (casa desta figura de linguagem usada) é meu santuário pessoal (1ª Coríntios 3:16-17); a Rocha é o próprio Cristo (Salmo 92:15; 94:22; Isaías 26:4) e Sua mensagem com Sua presença real em minha vida (Deuteronômio 32:4). As intempéries citadas no texto são as dificuldades da vida, são as agruras desta realidade que pretendem derrubar minha casa, são o meu próprio ego que a cada ciclo de sete anos até meu último suspiro nos termos do Salmo 90:10,12 me assediarão em limitações diversas como o ocorre com qualquer outro humano; porém, tenho como firme fundamento de minha fé e de minha base mental que:

“Edificados sobre o fundamento dos apóstolos e dos profetas, de que Jesus Cristo é a principal pedra fundamental”. (Efésios 2:20).

“No qual também vós juntamente sois edificados para morada de Deus em Espírito. (Efésios 2:22) … vós também, como pedras vivas, sois edificados casa espiritual e sacerdócio santo, para oferecerdes sacrifícios espirituais agradáveis a Deus por Jesus Cristo”. (1ª Pedro 2:5).

Logo, fica claro o que significa dizer que sou um dogmático! Significa dizer claramente o que se assevera em qualquer dicionário: “que se apresenta com caráter de certeza absoluta”. Mais ainda, o vocábulo “dogma” do grego δόγμα (dogmatikós, em grego moderno alasbilaleiko) significou primitivamente “oposição”. Tratando-se assim de uma opinião centrista, isto é, algo que se referia a “opinião em si”. Por isso, o termo dogmatismo significava “relativo à doutrina”, ou “fundado em princípio”, ou ainda “ensinamento, pedagogia”.

Esta dogmática, nascida de uma experiência com o evangelho do Reino, não foi construída de um dia para o outro, levou mais de 3 décadas (quase 4) e envolve uma série de explicações que estão em meus artigos teológicos; mas, que eu só consegui definir com clareza a partir de meus 29 anos.

Diz a Escritura Sagrada:

“Assim diz o Senhor, o teu Redentor, o Santo de Israel: Eu sou o Senhor teu Deus, que te ensina o que é útil, e te guia pelo caminho em que deves andar.” (Isaías 48:17). “Como nada, que útil seja, deixei de vos anunciar, e ensinar publicamente e pelas casas.” (Atos 20:20). “Mas a manifestação do Espírito é dada a cada um, para o que for útil.” (1ª Coríntios 12:7).

Onde surge o utilitarismo desta minha abordagem? Ou seja, como este tipo de dogmatismo evangélico pode ser útil e prático, direto e sem rodeios no campo da realidade concreta da vida?

“Aquele que diz estar nEle deve andar como Ele andou!” (1ª João 2:6).

Ora, como é que Jesus andava?

“Como Deus ungiu a Jesus de Nazaré com o Espírito Santo e com virtude; o qual andou fazendo o bem e curando a todos os oprimidos do diabo, porque Deus era com Ele”. (Atos 10:38).

“E Jesus andava de aldeia em aldeia, pregando o evangelho do Reino, ensinando nas sinagogas e curando as enfermidades do povo”. (Mateus 4:23; 9:35).

Destas bases nascem minha visão, ideal, lógica e essência de vida – que são eminentemente fundamentadas na mais legítima tradição revelada na Bíblia! Mais dogmático é impossível!

Aos 29 anos eu reconheci esta lógica dirigida a minha pessoa, me identifiquei com ela, verifiquei que tinha (e tenho) capacidades para ensinar, pregar, curar e fazer o bem – mas não tinha a tecnologia devida, a ética, a formação e a logística direcional. Então foram 21-22 anos concentrado nesta diretiva e, não acredito haver chegado a uma forma ideal – talvez jamais chegue – então persevero, porque está escrito que “aquele que perseverar até o fim será salvo” (Mateus 24:13).

Neste sentido eu chego a ser um dogmático zetético (experimentalista)!

E afirmo isto com grande ênfase porque não posso deixar de lado algo que tem sido de positiva utilidade para mim: a Filosofia do Processo (ou Filosofia do Organismo) desenvolvida entre os anos de 1930-1940 por Alfred North Whitehead; que, mesmo não sendo diretamente conectado à Escola Pragmática como um discípulo, apontou uma Cosmologia convergente com esta. E a convergência se dá na justa medida em que a ordem dos pensamentos do pragmático profissional indica um Universo concebido como um agregado emergente de eventos numa coleção de fatos. Tais fatos serão objeto de maior investigação em trabalhos como os do filósofo neerlândes Guy Debrock que promoveu mais recentemente uma percepção que denominou Pragmatismo Processual; ou ainda do filósofo Richard Rorty que tem denominado de Realismo Pragmático.

Dou um exemplo sobre como entendo que esta abordagem deve ser levada extrema e dogmaticamente à sério; há uma Lei Brasileira que institucionaliza o pragmatismo processual nestes termos:

LEI 13.655, de 25 de Abril de 2018. O Presidente da República; faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: (Art. 1º) O Decreto-Lei nº 4.657, de 4 de setembro de 1942 (Lei de Introdução às Normas do Direito Brasileiro), passa a vigorar acrescido dos seguintes artigos: (…) (Art. 20) Nas esferas administrativa, controladora e judicial, não se decidirá com base em valores jurídicos abstratos sem que sejam consideradas as consequências práticas da decisão. Parágrafo único. A motivação demonstrará a necessidade e a adequação da medida imposta ou da invalidação de ato, contrato, ajuste, processo ou norma administrativa, inclusive em face das possíveis alternativas.”

Ora, as coisas e fatos da vida, as palavras e escolhas, têm que tipo de utilidade objetiva? Suponhamos que a resposta seja: “Nenhuma!” Então eu dispenso imediatamente. Ouvi certa ocasião que um filósofo “X” estava apresentando uma elevada teoria relativista sobre uma questão qualquer e, imediatamente disse ao meu interlocutor: que se dane o filósofo e a teoria dele; minha vida é feita de realidades concretas e absolutas esta conversa de ‘relativismo’ é para otários que vivem com a mente solta num mar de incertezas permanentes e não se tocaram de que esta incerteza não é relativa e por ser absoluta neles, o próprio relativismo deles se tornou coisa de gente com disfunção cognitiva severa! Eu admitiria um ‘relativismo’ na realidade consistente de cada pessoa que possui em sua natureza intrínseca e unívoca uma diferença ‘não relativa’ para com as outras pessoas. Mas, em termos de princípios, valores, interpretação da vida e realidade objetiva? de modo algum admitirei isto!

Na verdade, desde os meus 29 anos, primeiro de modo intuitivo e hoje de modo bem técnico, defendo uma filosofia que apresenta-se como afirmo ser: Filosofia Processual, Zetética, Pragmática e Utilitarista.

Primeiro Pilar de Minha Filosofia – A vida é definida em nós por aquilo que amamos em realidade profunda e revelada em nossas ações. Amor não é sentimento, está longe de sê-lo, ainda que possa manifestar-se em forma de sentimentos. Amor é a reunião inseparável de “respeito, lealdade, verdade e compromisso” com o objeto da atenção perene e processual de nossas vidas.

Segundo Pilar de Minha Filosofia – A vida é regida por nossos pensamentos e não existe ser humano sem pensamento. O pensamento é criado a partir da reunião de quatro potencialidades do ‘pensar’ que são: educação, temperamento, memórias e intuição. As nossas escolhas nesta vida são regidas por nossos pensamentos e eles estão subordinados à esta realidade indivisível.

Terceiro Pilar da Minha Filosofia – A vida se manifesta em qualquer ser humano em quatro paredes que envolvem nosso “ego” e não há como nenhum ser humano normal sair desta ‘caixa mental absoluta’, as paredes são: a saúde, os relacionamentos, o trabalho e o dinheiro. Não importa o que realizemos de prático em nossa vida concreta e real, tudo está dominado dentro destas áreas.

Quarto Pilar da Minha Filosofia  A vida possui um propósito final em cada um de nós e ele deveria ser regido por uma conexão com a nossa realidade primária como seres quaternários (que possuem físico, emoções, intelecto e espiritualidade); todas as nossas realizações apontam para uma integração dos três pilares anteriores com a unidade própria de nosso ser enquanto Santuário.

E é nesta direção que surge a expressão que usei à pouco: “Zetética”; palavra que deriva de zetein, que significa perquirir ou questionar; a zetética tem como perspectiva desintegrar e dissolver as opiniões, pondo-as em dúvida, exercendo função especulativa explicita e infinita. O refletir zetético liga-se as opiniões pela investigação e seu pressuposto principal é a dúvida. Minha diferença enquanto um filósofo zetético é que não interessa-me filosofar por filosofar apenas para tratar de inutilidades e abstrações estupidificantes. A zetética tem que atender aos pilares de minha filosofia.

O método zetético é analítico, sendo assim, para resolver algum problema ou investigar a razão das coisas, questiona as premissas de argumentação, ou seja, é cético. Porém, em meu caso, há um limite para a busca e este limite ocorre quando verifico que tenho as respostas delineadas no plano (a) do que? (b) por que? (c) quem? (d) onde? (e) quando? (f) como? (g) quanto? (h) em que? (i) para que? (j) quais? – sobre qualquer que seja a demanda em apreço analítico na perspectiva holística. Eu uso este critério de verificação do tema, seja ele qual for; em qualquer uma das áreas que fundamentam os pilares da minha filosofia.

Mas eu disse que tenho uma postura dogmática em termos de percepção do evangelho do Reino! Para muitos uma fragilidade em minha concepção filosófica que pretende priorizar a vida e a realidade, o que é útil e o que é pragmático. Porém, é óbvio, discordo e mantenho posição!

A palavra “Dogmática”, como tenho explicado, significa ensinar, doutrinar, defender uma posição firme; e a minha dogmática é baseada no Evangelho do Reino (Romanos 1:16). Isto me impõe um critério, assumido por conta do quadro mental do “temor do Senhor” em que, meu limite zetético encontra a justa medida em que me submeto à ordenança escriturística que determina:

“Para que em nós aprendais a não ir além do que está escrito”. (1ª Coríntios 4:6).

“As coisas reveladas são para nós e nossos filhos, mas as encobertas são para o Senhor nosso Deus”. (Deuteronômio 29:29)

Se para muitos a zetética significa uma contradição com a dogmática, porque a primeira tem uma abordagem sempre muito ampla e inquiridora e a segunda seria mais fechada, presa a conceitos fixos e adaptada aos problemas e as premissas – eu encontro um meio termo valioso nas duas, porque está escrito:

“Buscai ao Senhor enquanto se pode achar, invocai-O enquanto está perto. Deixe o ímpio o seu caminho, e o homem maligno os seus pensamentos, e se converta ao Senhor, que se compadecerá dele; torne para o nosso Deus, porque grandioso é em perdoar. Porque os meus pensamentos não são os vossos pensamentos, nem os vossos caminhos os meus caminhos, diz o Senhor. Porque assim como os céus são mais altos do que a terra, assim são os meus caminhos mais altos do que os vossos caminhos, e os meus pensamentos mais altos do que os vossos pensamentos”. (Isaías 55:6-9).

Se por um lado à postura zetética configura-se em saber o que é uma coisa (ou pauta), já o enfoque dogmático preocupa-se em possibilitar uma decisão em orientar-me as ações. Eu escolho dominar a primeira sob a regência direta das Sagradas Escrituras Judaicas-Cristãs que denominamos popularmente de Bíblia Sagrada. Não importa-me as opiniões contrárias! Não estou fundando uma religião nova e nem defendendo alguma que seja velha; estou me posicionando na vida que vivo com as regras que escolhi e que cada um resolva-se em si mesmo qual vai a ser a sua, porque “cada um de nós dará conta de si mesmo diante de Deus” (Romanos 14:12).

Minha posição pragmática e utilitarista comigo mesmo, depois de passar por este autoexame zetético-dogmático, sempre sob o prisma pragmático-utilitarista foi o de que eu me defino, como um evangélico-dogmático, porque as perguntas zetéticas são silenciadas na Bíblia pela exposição da verdade divina; um pragmático-utilitarista que se farta com a Bíblia sempre e sempre vive satisfeito com a infinitude de saberes advindos da Palavra de Deus!

Assim, vejo com clareza, devido à toda esta abordagem, que meu lugar no Mundo está no que me proponho neste quadro:

(3) Um Liberal-Social.

O grande psicanalista Alfred Adler, fundador da Psicologia do Desenvolvimento Pessoal, escreveu em seu livro “What Life Should Mean To You” (trad. ‘O Que a Vida Deve Significar Para Você’) que:

“É o indivíduo que não está interessado no seu semelhante quem tem as maiores dificuldades na vida e causa os maiores males aos outros. É entre tais indivíduos que se verificam todos os fracassos humanos”.

Na Palavra de Deus o princípio de “fazer o bem” se impõe de modo conclusivo em relação ao próprio significado da vida em 1ª Pedro 2:15; 2:20: 3:17; 4:19 (dentre outros textos).

A maior marca cristã é a que nos define assim: “Ninguém tem maior amor do que este, de dar alguém a sua vida pelos seus amigos”. (João 15:13); e que “Conhecemos o amor nisto: que ele deu a sua vida por nós, e nós devemos dar a vida pelos irmãos”. (1ª João 3:16).

Estas ações se revelam em diversos cenários – eu me alinho cuidadosamente com a intenção em que me imponho com a dinâmica de uma atuação profissional que me permita abençoar as pessoas, mas ainda assim, resta uma dimensão da vida concreta, que é a dimensão política e, não há como eu entender ou aceitar viver numa sociedade sob o prisma socialista, fascista, comunista, anarquista ou mesmo niilista – eu sou um liberal democrata, rigorosamente cristão, com fortes conexões com a identidade Liberal-Social que se manifesta em meus artigos da área política.

Sou um confesso liberal na abordagem econômica – e sou estudante de – mas, é notório que defendo pautas conservadoras do evangelho do Reino como lemos nas Escrituras Bíblicas.

O zelo pelos significados encerrados nas expressões liberdade, igualdade, política liberal-democrática e da ética-cristã – se conjuminam para justificar minha postura sociopolítica e socioeconômica em termos de convivência, e sobretudo, amizades mais próximas de um projeto de vida que seja edificante da boa qualidade de vida.

Naturalmente tenho uma posição política! Ela é a última instância de uma percepção dos grandes fundamentos da Civilização.

Ora, eu não nasci na África, nem na Europa (etc.) eu sou um latinoamericano 100% pleno de todas as características e deficiências civilizacionais que predominam nestas terras brasileiras. Sou um carioca, criado em Santa Catarina, com profundas incursões de vivências bem caracterizadas além destes dois Estados, no Paraná, em São Paulo, em Sergipe, em Alagoas, em Pernambuco, na Paraíba, no Rio Grande do Norte, no Ceará, no Pará, em Brasília e com breves incursões no Paraguay, na Espanha e em 50 anos entendi quem eu sou por força da cuidadosa apreciação de minha educação (e autoeducação), minhas memórias, meu temperamento sanguíneo-colérico e minhas intuições fruto de uma comunhão permanente com Deus.

Os grandes fundamentos da civilização são (1) a linguagem, (2) a religião, (3) a família e (4) a política!

Eu mencionei à pouco que a política tem relevância em minha vida; porque ela é o lugar onde as forças socioeconômicas reais e dominantes embatem a favor ou contra leis que vão impor liberdades fundamentais que regerão os direitos humanos. Não posso furtar-me de amaldiçoar e detestar o Socialismo, o Comunismo, o Fascismo e o Nazismo – que são todos “farinha do mesmo saco” e que diferem apenas pelo nome da “marca do ditador de plantão”.

Sou um “conservador” para os padrões norte-americanos e “liberal econômico” como entendemos aqui no Brasil. Para mim, o direito à liberdade de expressão (envolvendo filosofia, credo, culto e imprensa); o direito à liberdade de ir e vir (observadas as regras de segurança pública); o direito à propriedade privada fruto do trabalho honesto e saudável; e, o direito à vida (com todas as implicações à saúde, aposentadoria, educação e seguridade) – não são pautas que podem ser anuladas em nome de um Estado Manipulador, que posa de grande defensor de tais direitos propondo a idiotice de que ele saberá o que é bom pra mim. Eu só aceito estar submisso ao Reino de Deus em tais condições, mas até nestas condições, é uma decisão moral interior e não uma imposição divina, e a prova máxima é que Deus tem tolerado os pecadores deste Mundo há muito tempo.

Para mim, as pessoas são livres! Ainda que obrigue-mo-las a engolirem suas palavras; ainda que sejam escravizadas por potestades diabólicas ferozes; ainda que estejam sob dominação de exércitos comunistas que possuem líderes que estão entre os maiores ladrões e assassinos da História da Humanidade; ainda que as Universidades (brasileiras) estejam povoadas de míopes para a realidade dos milhões de assassinatos praticados em nome dos ditos ‘fundamentos que defendem’ – eu mantenho posição!

Não tenho e não quero amigos próximos que sejam comunistas (socialistas, progressistas, fascistas). Esta gente defende que “o Estado deve ser forte” e que “o cidadão deve ser dominado” – são agentes de Satanás. Ponto. As experiências históricas deste tipo de predominância são uma peste. Os casos emblemáticos e esmagadores para efeito de prova são a antiga União Soviética, a China Maoísta e atual, o Camboja do século XX, Cuba de Fidel Castro, a Venezuela de Hugo Chaves e seu pupilo Nicolás Maduro, a ridícula Coréia do Norte onde o povo morre de fome e não deixa de adorar um sujeito buchudo e com visível prisão de ventre; enfim, este lixo pustulento que destrói os valores que mencionei como Pilares de minha Filosofia que prioriza o direito de sermos Santuários Espirituais – aniquila com a legítima possibilidade das pessoas viverem realmente livres: na saúde, nos relacionamentos, no trabalho e com oportunidades de ganharem dinheiro por seus talentos onde quiserem.

Não sou, entretanto, idiota em não perceber que há, no Capitalismo, uma tendência profunda em tornar seu seguidor um egoísta de grande marca. Seria um retardado mental se não percebesse que há muita ganância e torpe gula por poder e dinheiro em milhares de operadores do sistema. Mas, à despeito desta distorção doentia que a velhice, a doença, a morte ou a depressão se encarregam de exterminar da vida; eu ainda prefiro e escolho ‘pessoas livres’ para usarem seus talentos, criarem, inovarem e empreenderem; do que este modelo obtuso e maniqueísta que deseja se colocar na posição de “deus político” ou como gostam seus ignóbeis bobalhões: “ditadura do proletariado”.

Sempre estarei ao lado de Causas Liberais Sociais, entendendo que o liberalismo que defendo é o econômico e que em matéria de costumes, sou próximo do conservadorismo. Quando meus alunos e discípulos perguntam: que tipo de conservadorismo? Só há uma resposta: aqueles que se harmonizam com meus quatro pilares da vida!

(4) Um Missionário-Cristão.

Respondendo, pois, à pergunta inicial que me foi sugerida por meu nobre amigo Wellyngton Moreira em Juazeiro do Norte (CE, Brasil) há alguns anos, sempre que releio este texto e produzo alguma revisão, me defino desta forma como tenho aqui descrito; e creio ser exatamente como sou.

Nos círculos mais fechados da família, todos sabem que eu tenho natureza humana pecaminosa e necessitada da graça de Cristo (Romanos 3:23; Efésios 2:8-10), sobretudo, por conta de meus defeitos consideráveis; mas, salvo situações muito específicas conforme circunstâncias me imponham, sempre estou quieto em meu Gabinete, onde estão meus 2 mil livros e minha música. Não tenho muito ‘amigos confidentes’, mas tenho ‘muitos amigos parceiros’ – e isto é um conforto relacional, porque sendo de espírito severo (sanguíneo-colérico) é apropriado que eu fique sempre quieto em meu canto sob regência do silêncio e, quando em convivência com estes amigos, possa trazer sempre uma boa novidade fruto de algo que seja útil e construtivo.

Prefiro pensar em minhas deficiências na justa convicção de que “as misericórdias do Senhor são a causa de eu não ser destruído, porque se renovam cada manhã” (Lamentações 3:21-22) e ainda: “não que já a tenha alcançado, ou que seja perfeito; mas prossigo para alcançar aquilo para o que fui também preso por Cristo Jesus. Irmãos, quanto a mim, não julgo que o haja alcançado; mas uma coisa faço, e é que, esquecendo-me das coisas que atrás ficam, e avançando para as que estão diante de mim, prossigo para o alvo, pelo prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus”. (Filipenses 3:12-14).

Disto tudo que aqui escrevi, surge o desfecho neste painel um tanto longo, mas que oportuniza-me verificar a minha sanidade em reavaliação permanente, nestes termos

“Confia no Senhor e faze o bem; habitarás na terra, e verdadeiramente serás alimentado. Deleita-te também no Senhor, e te concederá os desejos do teu coração. Entrega o teu caminho ao Senhor; confia nele, e ele o fará. E ele fará sobressair a tua justiça como a luz, e o teu juízo como o meio-dia. Descansa no Senhor, e espera nele; não te indignes por causa daquele que prospera em seu caminho, por causa do homem que executa astutos intentos. Deixa a ira, e abandona o furor; não te indignes de forma alguma para fazer o mal. Porque os malfeitores serão desarraigados; mas aqueles que esperam no Senhor herdarão a terra”. (Salmo 37:3-9).


Minha missão está, pois, ligada a esta pregação, ensino, cura e beneficência pessoal comigo mesmo, com as pessoas com quem interajo, para a glória de Deus e prosperidade da família e da nação.

Concluo apresentando-me: Sou o Professor Jean, Naturologista Clínico, Teólogo, Pedagogo, Gestor, concentrado em conquistar neste oitavo septênio existencial (dos 49 aos 56), o que se declara numa música que vou reproduzir no link abaixo e que reflete uma boa abordagem do que quero nesta fase!

 

 

Se este meu testemunho puder ser útil, copiado ou agregado para ajudar outros a criarem sua própria caminhada – já valeu meu esforço por explicar-me!

Agradeço a você que teve a paciência em ler!

Cordialmente,

Prof. Jean Alves Cabral

www.professorjean.com

 

 


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