A Magnífica Arte de Robert Duncan!

Eu sou um profundo amante de arte de qualidade!

No campo da música, não me furto de descansar em Jackie Evancho, Sarah Brigthman, Andrea Bocelli, enfim, não me faltam amores na literatura, no cinema, na arquitetura, na escultura, na jardinagem e ambientação, na fotografia, em alguns momentos do teatro, na dança e, especialmente aqui na pintura com este artista genial!

A impressão que eu tenho quando fico a contemplar as obras de Robert Duncan é que estou em algum Jardim do Éden, em algum lugar da Nova Jerusalém, ou ainda, contemplando minha Keyla em um jardim. Isto, contemplando Keyla andando entre flores num jardim.

Estes abençoado de Deus tem um dom, o dom de provocar em mim o sentimento de amor que tenho, por exemplo, ao ouvir certos clássicos de Yanni, de Johann Sebastian Bach, por sua obra eu sou profundamente grato, sou mais grato ainda porque as suas obras foram fotografadas e amplamente divulgadas na Internet e, conquanto haja muita coisa ruim na Rede, há estas dádivas.

Robert Duncan é um pintor nascido em Utah. Iniciou sua carreira aos 11 anos quando ganhou de sua avó um estojo para pintura a óleo. Estudou na Universidade da Utah e trabalhou como artista comercial até poder se dedicar em tempo integral a pintura.

Seu tema preferido sempre foi a vida no campo, os animais e a natureza que o cerca, então se inspirou a pintar um cotidiano campestre, retratando paisagens e cenas onde sua própria família serviu de modelo.

Pinturas muito realistas que parecem um sonho de tão sóbrias, belas e inocentes.

Uma das propostas de seu trabalho é valorizar essa beleza natural que deve fazer parte da vida de todos, procurando registrar esse conceito para as gerações futuras.

 

Duncan começou a pintar aos onze anos. Menino, ele passava os verões na fazenda de seus avós, em Wyoming, onde sua avó lhe deu seu primeiro conjunto de tintas a óleo. Foi lá que aprendeu a amar o país, os espaços abertos, e o estilo de vida rural retratado em sua arte, gravuras e pôsteres. Para o artista a infância significava verões na fazenda da família da mãe.

Estudou na Universidade de Utah e trabalhou como um artista comercial antes de sua dedicação em tempo integral para a arte do Oeste americano.

O ensino de arte de Robert incluiu o trabalho no Canadá com o falecido artista Robert Lougheed, o estudo dos artistas europeus na França, Suécia e Espanha, e os trabalhos do artista inglês Alfred Munnings que é conhecido por suas pinturas de cavalos·.

Estabeleceu-se em Midway, Utah em 1976 e, tornou-se um pintor ‘a óleo’ com representação da figura ocidental, gênero, vida selvagem e paisagens com muitos de seus súditos, como os animais selvagens e figuras, incluindo índios a cavalo, paisagens de montanha, especialmente snowscenes.

Em 1982, Robert Duncan foi eleito para a participação do CAA – Cowboy Artists of America – e ganhou duas medalhas de prata em sua exposição anual no Phoenix Art Museum – um sonho que se tornou realidade.

Os traços das pessoas pintadas pelo artista são sublimes e combinam com a harmonia de paisagens campestres oferecendo ao apreciador uma sensação de serenidade. É um amante da natureza que procura transparecer nas suas obras as virtudes de uma vida no campo, numa época em que cada vez menos pessoas pensam nisso. É o seu tema preferido: a vida no campo, os animais e a natureza que o cerca, onde sua própria família serviu de modelo. Pinturas muito realistas, sóbrias, belas e inocentes. Uma das propostas de seu trabalho é valorizar essa beleza natural que deve fazer parte da vida de todos, procurando registrar esse conceito para as gerações futuras.

Em 1987, ele renunciou ao CAA para dedicar mais tempo à pintura das coisas mais próximas a ele – a sua família e estilo de vida rural. Ele vive com sua esposa, Linda e seus seis filhos, na pequena cidade de Midway, em Utah do Norte.

“Eu cresci nos subúrbios, mas todas as chances que tinha, eu fugia para campos próximos para observar os pássaros ou brincar no riacho, e os verões que passei na fazenda do meu avô me ensinaram, realmente, o quanto todos nós precisamos da natureza em nossas vidas. Mas a mudança está ao nosso redor. A agricultura familiar está desaparecendo a um ritmo alarmante.O desenvolvimento e a expansão cobrem os campos férteis a cada minuto. Quero que meus netos possam ter oportunidade de andar por um campo e ouvir uma cotovia. Nós não temos que viver em uma fazenda, mas precisamos ver as vacas pastando ou apenas sabermos que há lugares selvagens sendo mantidos selvagens, o que torna a nossa vida melhor. Meus quadros são um convite a pensar sobre as coisas que tocaram nossas vidas e espero que todos possam estar dispostos a fazer a sua parte para salvar essas coisas para as gerações futuras.”

Mas, vamos a algumas das telas que eu mais aprecio e que falam por si sós!

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